
Assistentes sociais, equipes de saúde mental e a polícia foram consideradas negligentes no caso em que uma mulher matou a filha, de 5 anos, a facadas num ritual satânico em 2003, em Manchester, na Inglaterra. O relatório foi divulgado no dia 13 de janeiro deste ano pelo jornal britânico “Daily Mail”.
Segundo a reportagem, a autora do crime Aisling Murray, de 24 anos, sofria de esquizofrenia. Antes da execução, a mulher virou a cama, arrancou os papéis de parede do quarto da filha e montou um altar.
Profissionais especializados avaliaram as condições psicológicas dela um dia antes do crime e seu estado de saúde foi considerado com “falhas graves” e ela incapaz seria incapaz cuidar da filha.
As autoridades locais foram responsáveis pelo erro. Mesmo após uma série de alertas e os apelos por ajuda da família de Murray, a autora do crime tinha sido liberada recentemente de um clínica após um longo período de internação. Poucos dias após receber alta, ela ainda teve uma recaída e atacou seu ex-namorado, mas a ocorrência foi ignorada e ela continuou tomando conta da filha.
“O relatório mostra que houve alguns erros no cuidado e no tratamento da filha daquela mulher”, disse Mike Farrar, um dos responsáveis pelo relatório ao tablóide britânico.
Agência Unipress Internacional
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